Cabelo crespo e ambiente profissional | Nanda Cury : Nanda Cury

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Cabelo crespo e ambiente profissional

Nanda Cury

Criou o Blog das Cabeludas, Crespas e Cacheadas (2008) e é uma das idealizadoras da Marcha do Orgulho Crespo (2015). Ambas iniciativas tem objetivo de empoderar mulheres a aceitarem seu cabelo natural. É bacharel em Relações Internacionais, Vegana e especialista em Marketing Digital.

Monday March 28th, 2016

Você já prendeu o cabelo para ir a uma entrevista de trabalho? Já ouviu piada de chefe ou colegas sobre o volume do seu cabelo crespo ou cacheado? Lançamos essa discussão sobre cabelo crespo e discriminação no ambiente profissional lá na nossa página no Facebook.

Este álbum é foi criado para reunir relatos de Cabeludas que assumem o cabelo natural no ambiente de trabalho. A ideia é postar aqui inspirações e debates sobre esse assunto, para fortalecer mais mulheres a assumirem os seus cabelos no ambiente de trabalho, afinal de contas, cabelo não define competência profissional.

Eduarda trabalha com consultoria em turismo e com processo de incubação de associações cooperativas:

"Trabalhando com liberdade = Felicidade Eduarda trabalha com consultoria em turismo e com processo de incubação de associações coooperativas."

“Trabalhando com liberdade = Felicidade.”

 

Crespo ambiente profissional

“Sou jornalista e, tanto em redação quanto no ambiente corporativo, não tive problemas em relação ao meu cabelo black.”

"Trabalho com Comércio Exterior, viajo o mundo todo à trabalho representando a empresa e mantenho o cabelo crespo. Já houve diretor de empresa que me pediu para alisar, alegando uma 'aparência mais profissional'. Foi muito difícil e dolorido viver essa covardia racista no ambiente profissional! Mudei de empresa e há anos mantenho o cabelo como quero, gosto, me identifico. O meu profissionalismo não está na minha cor, na textura dos meus cabelos ou na minha feminilidade. Está sim no meu conhecimento, experiência, seriedade e nos resultados que apresento. Acho fundamental que nós tenhamos segurança suficiente para assumir a nossa estética por onde andamos. Sim há executivas negras, jovens e crespas no mundo!" — com Marina Nabão de Moraes.

“Trabalho com Comércio Exterior, viajo o mundo todo à trabalho representando a empresa e mantenho o cabelo crespo. Já houve diretor de empresa que me pediu para alisar, alegando uma ‘aparência mais profissional’. Foi muito difícil e dolorido viver essa covardia racista no ambiente profissional! Mudei de empresa e há anos mantenho o cabelo como quero, gosto, me identifico. O meu profissionalismo não está na minha cor, na textura dos meus cabelos ou na minha feminilidade. Está sim no meu conhecimento, experiência, seriedade e nos resultados que apresento. Acho fundamental que nós tenhamos segurança suficiente para assumir a nossa estética por onde andamos. Sim há executivas negras, jovens e crespas no mundo!” —Marina Nabão de Moraes.

 

"Trabalho em Banco, e nem sempre foi fácil, mas aprendi a impor respeito, e sempre digo:Vai ter Preta bancária sim, em cargos gerenciais sim... Sou muito mais do que vcs aprenderam a vida toda... E não tenho medo da luta e nem de ninguém... A sociedade racista vai ter que me engolir"."

“Trabalho em Banco, e nem sempre foi fácil, mas aprendi a impor respeito, e sempre digo:Vai ter Preta bancária sim, em cargos gerenciais sim… Sou muito mais do que vcs aprenderam a vida toda… E não tenho medo da luta e nem de ninguém. A sociedade racista vai ter que me engolir”

A Cris trabalha com educação e seu black resiste, apesar da pressão para “abaixar o volume”, que seus colegas consideram “muito informal” e inadequado para uma reunião de pais:

A Cris trabalha com educação e seu black resiste, apesar da pressão para "abaixar o volume", que seus colegas consideram "muito informal" e inadequado para uma reunião de pais. "Na escola particular não existe a representatividade, então SEMPRE alguma criança fala do cabelo de bruxa, algo do tipo. Quando se foge do padrão Helena na escola você se torna foco da hipocrisia." — Cristina Souza.

“Na escola particular não existe a representatividade, então SEMPRE alguma criança fala do cabelo de bruxa, algo do tipo. Quando se foge do padrão Helena na escola você se torna foco da hipocrisia.” Cristina Souza

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